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Vermelho, branco e dourado para a mesa do Natal deste ano.

Vermelho, branco e dourado para a mesa do Natal deste ano.

Com gesso no tornozelo esquerdo me impedindo de preparar a festa como nos anos anteriores tive que me virar com o que tinha em casa para arrumar a mesa do Natal deste ano. Usei as borboletas que em 2009 enfeitaram a árvore e um rolo de fita para fazer os porta-guardanapos e os laços usados nas cadeiras (ficou fofo, nao?).  Louça vermelha (presente dos meus pais), muitas pedrinhas douradas, bombons com as mesmas cores da fita e o cenário para a ceia ficou pronto. Os franceses comemoram o Natal no almoço do dia 25, mas desde que cheguei aqui os meus sogros e o meu marido fazem questão de celebrar o Natal também “à brasileira” fazendo um jantar na noite do dia...
Mesa “à brasileira” ou “à francesa”? Qual vai ser a apresentação dos pratos do seu jantar?

Mesa “à brasileira” ou “à francesa”? Qual vai ser a apresentação dos pratos do seu jantar?

Francês gosta de prato pronto, mas diferente do “PF” brasileiro esse “prrrrato” chega bem arrumado, sempre com um pequeno charme – que pode ser um molho, uma flor ou uma frutinha – e quente. Porções gigantescas também são banidas da mesa. Separei uma série de pratos servidos em restaurantes locais que podem lhe inspirar se decidir servir o seu jantar “à francesa”, uma idéia charmosa para ocasiões mais formais. De baixo para cima você vê as entradas (saladas), os pratos principais (peixes, crustáceos e carnes) e as sobremesas (a maiorinha trazida em tacinhas, copinhos, colherzinhas, enfim, qualquer coisa desde que seja “inho”). Na lista abaixo você vai poder verificar os locais onde pude experimentar as delícias mostradas acima. Todos ficam na Provence : – La Chimère, – Pierre Reboul, – Les 2 Frères, – Bistro Romain, – L’Oustau de St.Marc, – L’Étal des...
Ensopado francês de carne e legumes para esquentar o inverno.

Ensopado francês de carne e legumes para esquentar o inverno.

Um dos pratos franceses clássicos para servir no inverno é o pot-au-feu. A “panela no fogo” é na verdade um ensopado de carne e legumes cozido em um molho de ervas aromáticas que deve ser servido bem quentinho. Antes de se estressar com a idéia de preparar um prato francês é bom saber que não existe uma receita única de pot-au-feu e que você pode ter sucesso com o seu mesmo tirando ou acrescentando algum ingrediente (aqui nesse site, por exemplo, você encontra 44 receitas diferentes de pot-au-feu e esse outro é dedicado exclusivamente ao prato). Anote o que vai precisar para fazer uma quantidade suficiente para seis pessoas. Ingredientes : 5 litros de agua, 700 g de jarret avec os (pedaço de carne com osso), 800 g de carne de gado bem macia e préviamente amarrada, 1 osso,1 cebola,2 dentes de alho,2 cravos da India, 5 cenouras, 6 batatas, 2 nabos,1 repolho,1 bouquê de salsinha, louro e tomilho, sal  e pimenta. Modo de Fazer : Cozinhe as batatas separadamente, em seguida lave a carne e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de duas horas com as cebolas inteiras e sem casca “espetadas” com os cravos. Limpe a gordura da superficie da água a cada meia hora. Acrescente os legumes e os temperos. Dez minutos mais tarde chegou a hora do repolho, mais dez minutos e o osso entra na panela. Você também pode usar uma panela de pressão, vai ser mais rápido, mas o resultado final não vai ser o mesmo. Para um verdadeiro pot-au-feu o melhor mesmo é a boa e grande panela. Dica : misture macarrõezinhos no molho que...

Conhecendo os hábitos alimentares dos franceses.

Francês gosta de vagem, e muito. Esse é um dos principais acompanhamentos que vi por aqui desde que cheguei na Provence, em 2004. Os haricots verts – a nossa vagem – fazem companhia para o frango, para as batata, para o salmão, para o que vier sem cerimônia. No trabalho, cansei de ver as colegas abrindo as latas com os haricots verts prontos para serem devorados com presunto. A pausa do almoço se tornou um momento quase sagrado de observação, para os dois lados. Eu querendo descobrir e aprender o que os franceses da Provence têm como hábitos alimentares, eles curiosos e desconfiados de combinações “à brasileira” como arroz com batata-frita. Uma das primeiras observações tem justamente a ver com isso : pelo que andei vendo o prato principal é feito de uma carne e de um acompanhamento. Um, e não dois ou três. Se tem batata, não tem arroz, se tem arroz, pode tentar falar português ou outra língua por que francês não é de comer arroz. Entre as minhas colegas apenas uma aparece muito de vez em quando com um pratinho tímido do feculante e se o arroz é limitado pode esquecer o nosso feijão. Feijão por aqui só no cassoulet, um prato que parece com a nossa feijoada, mas que usa feijões vermelhos. No supermercado é possível encontrar algumas variedades, mas esqueça o preto e os sacos de mais de um quilo. E por favor, cada coisa na sua época. Nada de comer cassoulet no verão, o prato é de inverno e não se fala mais nisso. As estações são bem marcadas e o que vejo à mesa em...
Um apartamento recheado de reedições e antiguidades em Nîmes.

Um apartamento recheado de reedições e antiguidades em Nîmes.

O local é a cara do dono, Daniel, amigo do Nicolas, apaixonado por móveis, objetos e luminárias de época – principalmente dos anos 50 e 60. O apartamento foi aos poucos ganhando cor e movimento com o sofá Djinn de Olivier Mourgue e mais brilho com a lâmpada Fleur do mesmo designer e os lustres de Max Souze e de Verner Panton. Aqui e ali peças que viveram outros tempos, como o buffet dinamarquês e as prateleiras – se misturam a outras mais modernas sem que o conjunto perca a harmonia. No cantinho de leitura, uma pilha de revistas vira mesinha para o abajur, no escritório a clássica poltrona de Eames é a estrela absoluta, no quarto do casal, pintura no lugar de cabeceira e a coleção de ursos de pelúcia, por quê como dizia Che: “temos que ser duros, mas sem perder a ternura”. Fotos no sentido horário: entrada, sala, escritório, cantinho de leitura e quarto do...