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Dona-de-casa e baiana porreta, Rosinete Brito, adotou a Provence de corpo e alma.

    • Como você veio parar no sul da França ?
      Ludovic veio trabalhar em uma empresa da região, depois de passarmos un ano na Alemanha e de nos termos conhecido na Inglaterra.
    • Por quê Velaux ?
      A empresa onde ele trabalha fica situada na zona industrial do bairro Les Milles a 10 quilômetros de Velaux. Gostamos da idéia de morar em cidade pequena por várias razões: fica perto do trabalho, não tem congestionamentos e é tranquila. Nada como se balançar na nossa deliciosa rede no jardim vendo Tiago correndo de um lado para o outro.
    • Quais os motivos de alegria depois que saiu do Brasil :
      A minha pequena e linda família.
    • Quais os motivos de tristeza depois da partida :
      A minha ENORME família (11 anos de europa e até hoje bate aquela saudade dos encontros de domingo).
    • Hábitos que foram adquiridos na Europa :
      Na Inglaterra começei a dar valor a pontualidade, na Alemanha à organização e aqui na França aprendi a combinar e a beber um bom vinho com os queijos da Provence.

 

Do que mais sente falta em relação ao Brasil ?
Calor humano.

  • Qual a língua que você fala dentro de casa ?
    Uma mistura danada, português com meus filhos.
  • Se seu marido é estrangeiro, ele fala português ?
    Ele se vira muito bem.
  • Seus filhos são bilíngues ?
    O Tiago sim, ele fala (“ajuda, por favor”) e em francês ele diz “aci”(merci). A Salomé e muito pequenina.

 

 

Por quê você decidiu (ou não) ensinar o português a eles ?
Acho importante eles aprenderem o português para que eles possam no futuro conversar com os meus irmãos e os meus pais.


 

 

Quais as maiores dificuldades vividas por aqui ?
Duas: falar bem o francês e aguentar o vento Mistral e o loooooooongo inverno. Por um mês acho as roupas “chiques” mais do que isso cansa.

  • Quais as facilidades francesas que não existem no Brasil e que são fundamentais na sua vida hoje ? Seguro de saúde, educação, transporte. Ah! Se tivéssemos um TGV por lá.
  • Na cozinha, qual é a culinária que manda a brasileira ou a francesa ?
    As duas! Adoramos comer bem e de vez em quando rola a culinária espanhola, indiana, mexicana entre outras.

 

 

O que você faz quando fica com vontade de comer algo que s? dá para fazer no Brasil ?
Veja, comigo quase tudo tem um jeitinho. Um exemplo é o pão de queijo. Como não tem o queijo mineiro por aqui eu uso o italiano pecorino e não é que o pãozinho fica bom.

  • Qual é a primeira coisa que encomenda quando alguém da família ou um amigo vem da terrinha lhe visitar ? Povilho doce e sandálias Havaianas.
  • Qual é o passeio que recomendaria para um amigo que não conhece a Provence ?
    O Luberon que fica a uns 45min de Aix-en-Provence e os Gorges du Verdon, esse local fica mais distante porém é deslumbrante e vale a pena conhecer.
  • Qual é o restaurante que recomendaria para o mesmo amigo ?
    La Table de Ventabren, situado na Rue Cézanne, 13122, Ventabren (04 42 28 79 33?). A comida é maravilhosa.
  • E para comer seria o quê ? O cardápio deles muda a cada 3 dias.
  • Qual é a melhor opção para indicar a um amigo : hotel, casa de h?spedes ou gîte ?
    Gosto mesmo de receber os amigos em casa, porém tenho como referência o Hotel Arquier que fica ao lado do Aqueduc de Roquefavour. É bem aconchegante e tem rio Arc bem atrás do hotel.

 

 

Você pensa em voltar para o Brasil ?
Quem sabe um dia, quando o Ludo se aposentar (risos). A decisão é complicada, quando penso na falta de segurança no Brasil fico irritada e triste. Outro dia a minha irmã mais nova estava chegando em casa depois de um longo dia de aulas na faculdade e de trabalho quando foi assaltada ali mesmo na porta de casa. Um pena que como sabemos a violência está espalhada por todo lado, mas no Brasil é de chorar mesmo. BUA!!!!!!

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