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21 de setembro de 2004. Esse foi um dos dias mais longos, difíceis e inesquecíveis da minha vida.

Começou cedo depois de uma noite mal-dormida. O café desceu atravessado e o silêncio nos fez companhia até o aeroporto de Brasília, onde cheguei acompanhada dos meus pais. O meu irmão mora em Natal, a minha irmã na Itália, e eu, em algumas horas, estaria embarcando para a França.

A despedida foi complicada e a viagem passou como em um transe. Sentia tanta coisa ao mesmo tempo que começava a ter dores no estômago. Angústia, medo, solidão, amor. Foi por causa deste último que me vi nesta situação.

Conheci Nicolas um ano antes, dentro de outro avião. Depois de idas e vindas, telefonemas e milhares de mails decidimos ficar juntos.

Atravessei o Atlântico, deixando a minha família, a  minha carreira de 17 anos como jornalista, o meu apartamento, os meus amigos. Me sentia corajosa e ao mesmo tempo doida-de-jogar-pedra-na-lua. Cheguei em Marselha quinze horas depois ainda tremendo.

Nicolas me esperava, mas o encontro não teve nada de romântico: uma das duas malas ficou em Madri e ele teve que resolver o problema. O primeiro de uma longa série. Ele me tranquilizou, entramos no carro e fomos para o apartamento que ele havia preparado com cuidado e carinho.

No caminho, a tensão ainda era grande e foram os miados do Sucrilhos que quebraram o gelo. Trazer o meu persa preto de três anos foi uma sugestão do Nicolas para que a adaptação fosse mais fácil. E foi, simplesmente por que bastava olhar para aquele gato tão seguro de si, tão tranquilo, tão presente que as lembranças do Brasil foram se tornando doces. Quiquinho era o meu pedaço do Brasil na França do Nicolas. Em poucos dias o meu companheiro de viagem estava à vontade, a Provence tinha se tornado a casa dele e a minha casa.

Depois de sete anos a minha vida se parece com a de muitas mulheres: me casei, tive dois filhos, fiz um mestrado, começei a trabalhar e quando senti a necessidade de continuar a escrever em português – o que acontecia cada vez menos – decidi criar o “Persa Brasileiro na Provence”.

Com o tempo os leitores se tornaram turistas interessados pela região, estudantes, curiosos ou outros brasileiros com vontade de mudar. Mudar de carreira, de país, de vida! E é para esse público foi montada uma estrutura que oferece serviços de qualidade com profissionais que falam português para outros brasileiros que queiram se aventurar por essa terra mágica que cheira à lavanda. Entre as possibilidades: hospedagem em hotéis, casas de hóspedes, apartamentos para alugar, passeios de barco e balão, translados e cicuitos com motorista, entre outros. Como funciona? Da maneira mais simples possível: o leitor nos solicita um dos serviços e além de contar com a nossa equipe para os detalhes da reserva sempre em português sem nenhum custo adicional vai poder obter informações personalizadas sobre a região. Para maiores informações entre em contato com a nossa equipe. 

Para mim, o desafio ainda é grande, mas conto com Nicolas, Chloé, Théo, e é claro, Sucrilhos, para continuar vivendo essa aventura que divido com você de um jeito mais organizado e profissional neste site.

Espero que encontre o que veio procurar nas categorias indicadas. Se não for o caso não hesite e me deixe um recadinho que com certeza e muito prazer será respondido, mas sem nenhuma pressa, afinal estamos na Provence!

Seja bem-vindo!